O golfinho

A metáfora do golfinho, da carpa e do tubarão está descrita no livro “A Estratégia do Golfinho”, de Dudley Lynch e Paul L. Kordis – Ed. Cultrix.

Desta obra, os trechos abaixo:

” Nos últimos 50 anos, as abordagens para se atingir o sucesso ofereceram pouco mais do que uma variação em torno de um tema básico: pense positivamente. Como há muitas outras maneiras de pensar num mundo onde estão ocorrendo inúmeras mudanças – e onde há muitos desafios a serem enfrentados – queremos substituir essa venerável mas ultrapassada ideia por uma ainda melhor: pense poderosamente.”

“Entretanto, queremos fazê-lo de uma maneira que ajude todas as pessoas a terem as suas necessidades atendidas. Que ajude todas as pessoas a serem bem sucedidas, no limite de suas competências pessoais.

E que faça do mundo um lugar melhor para se viver.

Isso requer um novo tipo de jogador, com um novo tipo de mente.

Aqueles indivíduos e aquelas organizações que estiverem dispostos a desenvolver esse tipo de mentalidade serão os participantes preferências de um novo tipo de jogo. Esses mesmos indivíduos e organizações é que tornarão possível a todos nós conservarmos a nossa sanidade mental num mundo que se modifica rapidamente.

Declarações que a carpa, o tubarão e o golfinho fazem para si mesmo:

  • “Sou uma carpa e acredito na escassez. Em virtude dessa crença, não espero jamais fazer ou ter o suficiente. Assim, se não posso escapar do aprendizado e da responsabilidade permanecendo longe deles, eu geralmente me sacrifico.”
  • “Sou um tubarão e acredito na escassez. Em razão dessa crença, procuro obter o máximo que posso, sem nenhuma consideração pelos outros. Primeiro, tento vencê-los; se não consigo, procuro juntar-me a eles.”
  • “Sou um golfinho e acredito na escassez e na abundância potenciais. Assim como acredito que posso ter qualquer uma dessas duas coisas – é esta a nossa escolha – e que podemos aprender a tirar o melhor proveito de nossa força e utilizar nossos recursos de um modo elegante, os elementos fundamentais do modo como crio o meu mundo são a flexibilidade e a capacidade de fazer mais com menos recursos.”
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